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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

FELIZ ANO NOVO - HAPPY NEW YEAR

QUERIDOS AMIGOS E AMIGAS



Ter asas é dançar na chuva... 
É plantar uma arvore... 
Ver a inocência nos olhos de uma criança...
É ficar bem quietinho ao lado da pessoa amada...
É subir uma montanha...
É encontrar os amigos e não falar nada importante, Mas falar, falar muito...
É cantarolar uma música antiga ...
É arrumar as gavetas, e dar um monte de roupa para quem precisa...
É andar sem rumo, só por andar...
É falar sozinho...
É sorrir para aquele velhinho lá da praça...
É ficar sentado na cozinha, assistindo a mãe fazer bolo...
Ah ! Ter asas é raspar a panela de brigadeiro com os dedos
É brincar
É rir de si mesmo
É ter um lugar secreto bem lindo e fugir para lá de vez em quando
E ficar de bobeira...
É tomar um banho de cachoeira, nadar em um rio
  Ir para a praia, se cobrir de areia e pegar jacaré 
Ter asas é viver intensamente as coisas simples e belas 
Do dia a dia
Ter asas é ficar em silêncio e ouvir dentro da gente, o deus emanuel
É isso que desejo para o Ano Novo que está chegando...
Que você tenha asas como das águias!!!!
 Que a lua e as estrelas emprestem um pouco do seu brilho, para iluminar o Novo  Ano, e que deus nos dê "asas de águia" para voarmos bem alto na construção de um mundo melhor.

FELIZ ANO NOVO


Marilú

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Feliz Natal!!!!

Queridos amigos e amigas!!!



É Natal...
Um momento doce e cheio de significado para toda a nossa vida...
É tempo de repensar valores,de ponderar sobre a vida, e tudo que nos cerca. 
É o momento de deixar nascer essa criança pura, inocente e cheia de esperanças que mora dentro do nosso coração para termos um mundo com muito mais Amor e Paz!!! 
Desejo a vocês e suas famílias um Natal abençoado e cheio de alegria. 
FELIZ NATAL!!!!!

Marilú

sábado, 5 de novembro de 2011

Aniversário do Luizinho ....Um Lindo Anjo que está no Céu....


Meu querido pequenino,
Hoje é teu aniversário,
O céu está em festa...
Todos os amiguinhos vieram,
Tem balão de gás,tem massinha,
E um bolo lindo com sabor de mel,
E o teto todo enfeitado,
São as estrelas do céu.

evo você sempre em meu coração,
m ser de luz que a todos ilumina,
 I nesquecível teu doce sorriso, meu lindo anjo,
elei por ti a cada instante,
 I nspirava com o seu silencio a termos  o desejo de estar em profunda oração,
a sua face podemos dizer que você nos revelou os traços de Deus,
oje lembramos de ti com muita saudade e gratidão,
O  meu amor por ti será eterno, obrigada Luizinho por teres me escolhido para ser tua mãe,
     mesmo pelo pouco tempo que estivestes entre nós.   Te amo por toda a eternidade.

FELIZ ANIVERSÁRIO LUIZINHO.


Querida amiga Sãozita, beijos em teu coração, tomei a liberdade de fazer uma pequena homenagem ao Luizinho.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Virou Saudade....



Sem pensar,
o sorrir desistiu
de sair da boca,
de sair do peito.
O pensamento, infinito...
mas o olhar não mais.

Nas mãos frias, sulcos,
marca centenária.
A pena pende em lágrimas,
e o poema resiste
na canção de despedida.

Os versos caem escritos,
a poesia paira no ar
aureolando o ser,
coroando os passos,
lentos, caminhar sem ritmo.

Em direção ao Portal
a mulher vai solitária,
deixando escritos no rastro;
poesias de amor,
versos de dor.

O tempo não perdoa,
transforma-o em pó,
ressuscita-o na palavra,
agora ela é o poema.
Virou saudade.


domingo, 16 de outubro de 2011

Fim de uma viagem



Sentado no desconforto, de costas para o futuro, observo o caminho que vai ficando para trás, num turbilhão de imagens e sons desconexos.
 Um arrastamento de tudo e nada inunda-me os olhos e sufoca-me. O aperto no peito é demasiado. Troco de lugar. O desconforto é o mesmo. Mas já não vejo o caminho que percorri.
 Vejo o horizonte para onde me dirijo. Espero, na ânsia de uma criança, que o torpor desvaneça e que tudo faça mais sentido. Puro engano.
 Atravesso um túnel escuro, apenas sons cavernosos, rangeres e estalos. Nenhuma imagem.
 Somente a estranha sensação de claustrofobia, um mundo inteiro a implodir, sugado para o meu peito. Questiono-me até que ponto o meu esterno conseguirá suster os milhões de toneladas de massa negra que giram em meu redor. Fechar os olhos de pouco adianta. A treva é a mesma, a sensação é a mesma.
 Preso dentro do túnel sem fim, sem nenhuma luz, por mais ínfima, para me aquecer a alma. Penso no que fiz e no que disse, no que ganhei e no que perdi e chego à conclusão insossa que deixei coisas por fazer e por dizer, ganhei menos que perdi e perdi menos do que poderia ter ganho.
 Um resultado medíocre de uma viagem curta. Mas prontamente surge a luz no fundo do túnel. Não uma luz brilhante, calorosa, tranquilizante. Não. Uma luz esbatida, seca. Saído do túnel, o futuro está ali, à distância de uma carruagem.
 O comboio pára. A última estação. A última paragem.
 Meto a mochila às costas curvadas e finalmente saio do comboio. Inspiro o ar fresco, descobrindo que de fresco não tem nada. Olho à minha volta e vejo uma estação igual a todas as outras. Tudo igual. Nada muda. As coisas não mudam.
 Tudo é uma repetição, uma reciclagem, uma redundância de uma redundância.
 Nem melhor, nem pior.. O fim de uma viagem.
Deus criou o Mundo. A Mentira criou o Homem.

sábado, 24 de setembro de 2011

Saudade

Saudade

Saudade é solidão acompanhada,
é quando o amor ainda não foi embora,
mas o amado já...

Saudade é amar um passado que ainda não passou,
é recusar um presente que nos machuca,
é não ver o futuro que nos convida...

Saudade é sentir que existe o que não existe mais...

Saudade é o inferno dos que perderam,
é a dor dos que ficaram para trás,
é o gosto de morte na boca dos que continuam...

Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade:
aquela que nunca amou.

E esse é o maior dos sofrimentos:
não ter por quem sentir saudades,
passar pela vida e não viver.

O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Vem vinda PRIMAVERA - Estação do Amor

Estamos saindo de um inverno para entrar na primavera.
Começamos a descongelar do frio, da sobriedade das roupas, cores e gestos para nos aquecermos com o colorido que vai ficando quente até chegar fervendo no verão.
É época de reflorescimento da flora, da fauna, do romantismo, onde cores, texturas e sons namoram. Entrelaçando-se numa boa mistura…